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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Voar sem regras

Voando sem regras, sem restrições, sermos livres no infindo céu azul.

Olharmos o horizonte e vislumbrarmos o sol brilhante e poderoso, vermos o seu fulgor e esplendor.

Ouvirmos as aves piando enquanto voam em círculos no mesmo céu em que eu voo.

O poder da libertação que eu vivo, o sentimento de vitória que eu sinto, o amor e a alegria que está em mim.

Fantasias enaltecedoras, momentos sublimes, de perfeita harmonia, paz profunda e recalcada no meu coração.

Penetro nas nuvens brancas e nos seus cobertores macios eu descanso, rebolo e brinco com pequenos tufos de algodão.

Fogo que arde em mim, consome o meu ser e a minha alma.

Abro, novamente, as asas do pensamento e voo, voo mais alto que o céu, almejando conquistar as estrelas.

Regresso ao meu verdadeiro eu, recolho as minhas asas e deito o meu corpo adormecido e descanso nas águas da imaginação.

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