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sábado, 27 de setembro de 2008

jardim da minha memória...1

Há algo inexplicavel em minha mente, um belo jardim, com bancos de mármore escurecidos pelos 18 anos passados.

Belo mas solitário, sem ninguem para cuidar dele, deixado ao abandono.

Vocês não sabem, não podem saber, são segredos que passeiam nesse jardim em minha mente, são memórias...

Milhares de imagens percorrem minha alma, pensamentos que invadem o pequeno jardim criado pelas gueixas das lembranças, levando-me ao fundo de minhas memórias pessoais.

Encontrei a minha história, guardada, selada.

Quebrei os selos de ouro que me impediam de ver as minhas memorias, de saltar nos meus jardins intocáveis pelo tempo, de passear pelas brumas prata do meu esquecimento.

Entro e danço com minhas recordações, minhas paixões e voo para longe, no azul do céu que me leva a ver o meus antigos horizontes.

Sentimentos reluzentes como fogo, que ardem em largas tendas de cetim vermelho e púrpura, panos leves e macios, que cobrem a nudez dos sonhos e que escondem segredos alem do imaginavel.

Poder de decisão e de escolha, poder de andar para a frente e para trás, de fugir e de enfrentar, de morrer e viver...

Tudo isso em breves momentos nos jardins da minha memoria, belos e intocáveis...

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Salvação...

Elevando minha alma, o meu ser a uma outra dimensão onde vagueio por entre a bruma prateada dos sonhos.

Negridão que me faz esquecer quem eu sou ou o que sou. Escuridão que arrebata a minha razão, que enfraquece a alma.

Salvação, amor, compaixão é o que peço. Mas haverá alguem que mo possa dar?!; não sei...sem amor...com dor...que queima o meu ser e me faz perder o sentido da vida.


Há alguém que possa derramar seu sangue por mim? Ninguém...estou só até ao fim e não há nada que eu possa fazer para me salvar...vou esperar dolorosamente pela minha morte...


Corro sem esperança, avanço pela escuridão dos meus pensamentos, implacávelmente, sem amor, sem compaixão...


Morte interior, desprezo pelo mundo e pela sua beleza, vergonha imponente que não me abandona.


Mas o que era morte há instantes, agora é confusão que me invade, pois escuto que alguém morreu por mim, pela minha salvação e dos outros seres humanos.


Mas será verdade? Quem faria tal coisa? Que amor seria esse por nós? Quem seria "louco" a esse ponto?


Não sei, nunca ouvira falar de tal coisa, eu pensava que estava sozinho no mundo, que ninguém se importava.


Só oiço dizer que esta pessoa era Jesus e que me amou acima da Sua própria vida, pois a deu por toda a humanidade, para nos salvar e nos amar...


Afinal alguém se importa, alguém me amou muito a ponto de dar o seu sangue numa cruz por mim...


Oh que grande amor....!!!


terça-feira, 2 de setembro de 2008

Confusões de alma...


Mentiras insanas que levam o ser humano ao fim, que manipulam sistemas e que controlam pessoas como se fossem fantoches.


Sociedades desmoralizadas, ruídas, corruptas, que invadem o quotidiano, que não o é mais, pois cada dia traz consigo mais e mais surpresas.


Miséria e destruição assolam a humanidade, interesses gananciosos que roubam a verdadeira alma da democracia, da beleza do mundo.


Argaméis de dúvida, lembranças do passado, exageros de violencia.


Tiros de insanidade caminham pelas nossas ruas, colocando vidas de inocentes e culpados em perigo.


Somos inconstantes, ninguem pode afirmar quem será no dia seguinte ou o que faremos.


As nossas mentes são manipuladas para crerem naquilo que não existe, pura fantasia, para verem coisas boas em ruins e vice-versa.


Mas, por incrivel que pareça, há luz no meio da escuridão, beleza no meio de podridão e ela tem um nome, Jesus.


A nossa esperança, a fé que nós temos é auilo que nos guia em direcção à luz da verdade, da sabedoria, da realidade Divina.



Luis Lopes