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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Jardins de amor e solidão

Faixos de luz prata rasgam os céus passando por entre as folhas brilhantes da copa das sábias e velhas arvores e reflectem na poderosa e cantante água que segue o seu nobre caminho dançando em rodas de amor.

Pequenos luminares voam pelos belos jardins, iluminando as perfeitas orquideas selvagens e os maravilhosos lírios brancos e dourados, que descansam na suave brisa do vento norte.


As estrelas cintilantes ao lado da singela lua vigiam os céus e enchem os jardins da sua luz prata erguendo a poderosa vida da sua torpe ignorância e mostrando o caminho aos heróis passados que ali descansam perdidos entre o amor e a solidão que os marca desde o seu nascimento à eternidade como se fosse uma pré-destinação irrevogável.


Mas só eu sei o quão belo é a grandeza dessa solidão, o poder desse amor e a riqueza da sabedoria que assola a alma desses jardins de refúgio, de descanso.


O sentimento da grandiosa noite cobrindo a face da terra, com uma luz falsa e encantadora que nos leva ao além do saber, ao refulgir da paz e do amor.


Queria poder fugir e esconder-me na solidão e na experiência do amor e dançar nos prados desses jardins banhados pela luz prata da lua e das estrelas mas a minha bela princesa, uma jóia acima de todas as jóias tornou-se o meu refúgio, o meu amor e a minha boa solidão, a minha musa encantada pela subtileza escrita do amor.

2 comentários:

Isabel disse...

Para o meu filho amado e único neste mundo, um grande poeta que tu possas contaminar o mundo com a beleza de Cristo que existe em ti. Mãe que te adora.

Ana Pereira disse...

bonito cantinho. gostei imenso. continua a escrever pk tens o dom de brincar com as palavras

bj e vsita o meu blog

almainspiradora.blogspot.com